domingo, 4 de maio de 2014

Epicuro e a Felicidade

E aí galera, hoje eu vim falar um pouquinho sobre a felicidade na Filosofia.
Epicuro de Samos ( em grego significa ''aliado'', ''camarada''. Foi um filósofo do período helenístico ( período dos gregos ), e o seu propósito na filosofia era atingir a felicidade, que para ele era um estado da ausência da dor e da inquietude da alma. Dizia que o homem, busca se afastar da dor e se aproximar do prazer e com isso, ser capaz de medir o que é bom e o que é ruim.
Epicuro fala também que não há porque temer a morte, já que você nunca a sentiu para temê-la.
Com isso, mesmo caminhando para a busca da felicidade, ainda estão as dores e os prazeres. Sobre as dores físicas, nem sempre se pode evitá-las. Mas Epicuro enfatiza bem que essas dores elas não são duradouras, e podem ser suportadas através das lembranças de bons momentos que tivemos na vida. As piores dores de se lidar, são as que afetam a alma. Elas podem doer mesmo depois de muito tempo serem despertadas pela primeira vez, e com isso, Epicuro sugere a reflexão. 
Sobre a certeza: Epicuro diz que para ter certeza de algo é necessário que se confie naquilo que foi recebido passivamente na sensação pura, e por consequência, nas ideias gerais que formam o espírito. 
Sobre o prazer: A doutrina de prazer de Epicuro é diferente do hedonismo (afirma que o prazer é o supremo bem da vida humana).  O prazer que Epicuro fala, é o prazer do sábio, que se entende por quietude da mente e o domínio sobre as emoções : sobre si mesmo. Esse prazer é a medida certa, e não o excesso.  Entre esses prazeres, Epicuro cita a amizade.
Sobre os desejos: Epicuro mostra dois tipos de desejos :
- os desejos naturais : ( necessário/simplesmente naturais )
- os desejos frívolos : ( artificiais/irrealizáveis )
Nos desejos naturais, a gente encontra a ''eudaimonia'' que é pára a felicidade, a tranquilidade do corpo ''protecção'', e a para a vida ''nutrição/sono''. No ''simplesmente natural'' encontramos a variação de prazer.
Já nos desejos frívolos, nós encontramos a riqueza, glória, e a imortalidade, como sendo da categoria irrealizável. 
É isso, galera. Qualquer coisa, só deixar um comentário aí embaixo que é sempre bem-vindo.

Jeans Forever

Sabe aquele companheiro inseparável que te segue em todos os momentos? Não é o fofo do seu cachorro e nem aquele seu all star de cano alto.

É o jeans!

Sim, aquele bom e confortável jeans de todo santo dia.
Short, saia, calça, blusa....existem inúmeras formas e combinações de como usar essa peça que atravessa décadas e mais décadas.














Ah, e uma dica de filme super bacana: "Quatro Amigas e um Jeans Viajante". 






sexta-feira, 2 de maio de 2014

Decoração com Pisca-pisca

Olá gente!
Pra quem curti decoração e planejamento de ambientes sempre postarei dicas para deixar sua casa, escritório, quarto... mais moderno e cheio de personalidade.
Pra começar que tal  uma dica simples e muito fofa com luzes de natal (pisca-pisca)?!
Além de deixar o nosso natal todo lindo e iluminado elas servem para o resto do ano também.

.                                                
                         Quando colocadas em garrafas de vidro servem como luminárias
                                       

Decorando um painel com fotos


Ao redor da cabeceira da cama


Ou até mesmo fazendo uma cabeceira


Agora é só apostar nessas luzes e se divertir fazendo a sua decoração. 




quarta-feira, 30 de abril de 2014

PROPOSIÇÃO DIALÉTICA de Herbert Marcuse

E aí, galera.
Vim fazer o meu primeiro post sobre o que eu ando estudando na faculdade. Pra quem gosta de filosofia, com certeza vai gostar do que eu tenho pra explicar.
Herbert Marcuse nasceu em Berlim e viveu de 1898 - 1979. Marcuse era preocupado com  o avanço acelerado da tecnologia, o racionalismo nas sociedades modernas, a questão da repressão na liberdade individual e o aniquilamento da Razão. Daí, Marcuse vai pegar as duas noções capitais de Hegel: a ideia de ''Razão'' e a ideia de ''Negatividade''. A razão é uma faculdade humana que se manifesta no uso completo feito pelo homem e as suas possibilidades.  Não dá pra compreender a ''necessidade'' longe da ''possibilidade''. Essa necessidade vai ser certos objetos que nos faltam e do qual sentimos falta. A minha necessidade se revela como uma falsa necessidade. Então, na '' Proposição Dialética de Herbert Marcuse '' no seu prefácio de 1960 de '' Razão e Revolução '', Marcuse começa citando Hegel quando diz que: ''Pensar é sim, essencialmente a negação daquilo que está imediatamente diante de nós'', ou seja : negar é pensar.
Se eu apenas concordo com o que o outro fala, eu não estou pensando.  A negação que a critica dialética  aplica, é justamente ao conformismo que vai negar a realidade das contradições, que é também uma crítica ao estado de coisas existente em seu próprio fundamento. Esse pensar negativo é a força motriz do pensamento dialético para analisar o mundo dos fatos em termos de sua inadequação interna. Essa inadequação interna nada mais é que um juízo de valor.
A realidade vai ser posta como o resultado constantemente renovado do processo de existência em que ''o que é'' torna-se o ''o outro de si''.  Você não é aquilo que você realmente é, você é outra coisa. Esse ''o que é'' é um elemento, o ''outro de si'' também é outro elemento, que é onde


os dois vão se juntar e formar a subjetividade. Nessa subjetividade entra a questão da liberdade, e um exemplo simples de ser dado é um relacionamento estável, em que : você vive a subjetividade do outro. Em um relacionamento, você faz o que o outro deseja, do mesmo modo como o outro faz o que você deseja. A liberdade só se dá na intercessão do ''eu'' com o ''tu''.
Enfim, espero que tenham gostado e até a próxima.

segunda-feira, 28 de abril de 2014