E aí, galera.
Vim fazer o meu primeiro post sobre o que eu ando estudando na faculdade. Pra quem gosta de filosofia, com certeza vai gostar do que eu tenho pra explicar.
Herbert Marcuse nasceu em Berlim e viveu de 1898 - 1979. Marcuse era preocupado com o avanço acelerado da tecnologia, o racionalismo nas sociedades modernas, a questão da repressão na liberdade individual e o aniquilamento da Razão. Daí, Marcuse vai pegar as duas noções capitais de Hegel: a ideia de ''Razão'' e a ideia de ''Negatividade''. A razão é uma faculdade humana que se manifesta no uso completo feito pelo homem e as suas possibilidades. Não dá pra compreender a ''necessidade'' longe da ''possibilidade''. Essa necessidade vai ser certos objetos que nos faltam e do qual sentimos falta. A minha necessidade se revela como uma falsa necessidade. Então, na '' Proposição Dialética de Herbert Marcuse '' no seu prefácio de 1960 de '' Razão e Revolução '', Marcuse começa citando Hegel quando diz que: ''Pensar é sim, essencialmente a negação daquilo que está imediatamente diante de nós'', ou seja : negar é pensar.
Se eu apenas concordo com o que o outro fala, eu não estou pensando. A negação que a critica dialética aplica, é justamente ao conformismo que vai negar a realidade das contradições, que é também uma crítica ao estado de coisas existente em seu próprio fundamento. Esse pensar negativo é a força motriz do pensamento dialético para analisar o mundo dos fatos em termos de sua inadequação interna. Essa inadequação interna nada mais é que um juízo de valor.
A realidade vai ser posta como o resultado constantemente renovado do processo de existência em que ''o que é'' torna-se o ''o outro de si''. Você não é aquilo que você realmente é, você é outra coisa. Esse ''o que é'' é um elemento, o ''outro de si'' também é outro elemento, que é onde
os dois vão se juntar e formar a subjetividade. Nessa subjetividade entra a questão da liberdade, e um exemplo simples de ser dado é um relacionamento estável, em que : você vive a subjetividade do outro. Em um relacionamento, você faz o que o outro deseja, do mesmo modo como o outro faz o que você deseja. A liberdade só se dá na intercessão do ''eu'' com o ''tu''.Vim fazer o meu primeiro post sobre o que eu ando estudando na faculdade. Pra quem gosta de filosofia, com certeza vai gostar do que eu tenho pra explicar.
Herbert Marcuse nasceu em Berlim e viveu de 1898 - 1979. Marcuse era preocupado com o avanço acelerado da tecnologia, o racionalismo nas sociedades modernas, a questão da repressão na liberdade individual e o aniquilamento da Razão. Daí, Marcuse vai pegar as duas noções capitais de Hegel: a ideia de ''Razão'' e a ideia de ''Negatividade''. A razão é uma faculdade humana que se manifesta no uso completo feito pelo homem e as suas possibilidades. Não dá pra compreender a ''necessidade'' longe da ''possibilidade''. Essa necessidade vai ser certos objetos que nos faltam e do qual sentimos falta. A minha necessidade se revela como uma falsa necessidade. Então, na '' Proposição Dialética de Herbert Marcuse '' no seu prefácio de 1960 de '' Razão e Revolução '', Marcuse começa citando Hegel quando diz que: ''Pensar é sim, essencialmente a negação daquilo que está imediatamente diante de nós'', ou seja : negar é pensar.
Se eu apenas concordo com o que o outro fala, eu não estou pensando. A negação que a critica dialética aplica, é justamente ao conformismo que vai negar a realidade das contradições, que é também uma crítica ao estado de coisas existente em seu próprio fundamento. Esse pensar negativo é a força motriz do pensamento dialético para analisar o mundo dos fatos em termos de sua inadequação interna. Essa inadequação interna nada mais é que um juízo de valor.
A realidade vai ser posta como o resultado constantemente renovado do processo de existência em que ''o que é'' torna-se o ''o outro de si''. Você não é aquilo que você realmente é, você é outra coisa. Esse ''o que é'' é um elemento, o ''outro de si'' também é outro elemento, que é onde
Enfim, espero que tenham gostado e até a próxima.

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